sexta-feira, 22 de abril de 2011

Feminismo

Machismo ao avesso. É muito engraçado como se pode cair no mesmo erro que se critica. Inverter a desigualdade significa continuar nela.

Terminei agora um livro de uma declarada feminista que reclama muito sobre a desigualdade entre os sexos, especialmente no casamento e na paternidade. O nome do livro é 'Profissão Esposa' mas devia ser 'Divórcio já'. Ela defende a superioridade das mulheres, que 'não deveriam se sujeitar' ao papel de esposa, mas sim livrar-se dos homens. Não recomendo a leitura. Ainda assim, o livro me fez pensar muito. em primeiro lugar me conscientizei de de como meu marido é maravilhoso! Enquanto ela descrevia o homem-ideal inexistente, utilizando de todo o sarcasmo que conseguia, eu via a perfeita descrição do meu homem real.

Também fiquei pensando no descrédito ao casamento que a autora quer passar. É verdade que hoje menos pessoas se casam, e muitos que o fazem, não ficam casados por muito tempo. As pessoas tem se tornado bastante egoístas nos últimos tempos. Casam para receber, e não para trocar. Ninguém mais quer dar nada, quanto mais se dar. Esquecem que 'se doar' gera um relacionamento que geralmente nos faz feliz!!! Como eu sou feliz no meu casamento!!!

E o mesmo pensamento serve para a decisão de ter filhos. Vc tem que se doar? Sim. Vc vai precisar gastar, e não consigo mesmo? Sim. Vc vai precisar por o bem-estar de alguém acima do seu? Sim. Temporariamente? Não!!! E ainda assim, vale tão a pena! Saber receber a revelação do amor! O amor maternal é ainda menos interesseiro do que o conjugal! No meu caso, ambos são imensos, mas me falam de coisas diferentes. A família é a minha felicidade maior, sem dúvida. E não hesito em me doar, não, e acabo recebendo ainda mais! Não troco por nada, dona Susan Maushart.

3 comentários:

  1. gostei muito da parte: " como meu marido é maravilhoso".
    me sinto bem especial!!!
    Adorei o post, gostei do sarcasmo!

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  2. Abaixo o feminismo!As mulheres não percebem que as mais prejudicadas com este movimento são elas próprias! Mas nem vou discorrer muito aqui senão o número de caracteres vai estourar, hehehe.

    Cada um precisa saber o seu papel dentro do casamento e a mulher precisa sim de um cabeça, um protetor, um guia muitas vezes... sinto que o movimento feminista muitas vezes é baseado em feridas, e nenhuma luta por direitos que se baseia em feridas pode ser boa!

    Que pena que o livro não se salvou no final, hehehe.

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